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Opinião / WILSON CARLOS FUÁH
09.01.2018 | 08h15
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Quem escolher para presidente

Diante de tanta corrupção, o povo poderá elger alguém da direita militarizada

O Brasil será passado a limpo com a eleição deste ano, o povo promoverá uma revolução sem armas, será a ditadura da vontade do povo manifestada através do voto, fazendo valer a vontade da maioria da população, e o resultado elegerá aquele que o povo escolher para transformar o país para de todos os brasileiros e não só para a classe política. 


Infelizmente, diante de tantas corrupções e tantos desmandos, o resultado poderá até eleger um ditador, e este, depois que assumir o poder, poderá até acabar com a possibilidade de novas eleições. 


O país passa por inúmeras investigações promovidas pelo MPF e PF, mostrando para o povo a real situação do mundo político.

 

Hoje temos um Presidente que se mantém no poder, através de pagamentos de Emendas Parlamentar seletivas, usando dinheiro público para comprar indiretamente deputados e senadores, são verdadeiras as ações do “beija mão” ou “molha mão” são caracterizadas com o "entra e sai" no Palácio do Jaburu, e que ao fim, anula o poder do legislativo, pois congresso está sendo comprado e os políticos se vendem para manter o Governo Central no poder, as custas do dinheiro público, onde o legislativo deixa de exercer o poder de investigar e ainda corta a possibilidade do MPF de apresentar as provas ao STF.


Após a redemocratização do país, o povo elegeu e viu a “esquerda” promover todo tipo de roubalheiras que se tem notícia neste país varonil, mas com o impeachment, o Congresso destituiu o PT do poder, que saiu pelas portas do fundo e colocou no poder um Vice que não teve nenhum voto diretamente, que não tem compromisso com o povo, e por isso, tem a maior rejeição que se tem notícia na história do país.

 

Hoje temos um Presidente que se mantém no poder, através de pagamentos de Emendas Parlamentar seletivas

Foi colocado no poder central, alguém que representa “centro”, mas a corrupção continuou, e agora descaradamente, com “acertos” dentro do Palácio do Jaburu, “gravado” e comprovado, e diante dessa vergonha administrativa, a eleição deste ano, pode trazer surpresas, pois sobrou a “direita militarizada”, que pode voltar ao poder através do voto, principalmente pelo panorama atual de crise e corrupção, o povo votará com raiva, com nojo e com a possibilidade de corrigir os desmandos do país, e com o seu voto, fará mais uma tentativa legal de poder acertar ou errar.


Diante do desgoverno e infindáveis corrupções, o leitor  poderá eleger a “direita militarizada”, e que  ficará no poder por 04 anos, mas vamos torcer para que não se mude o regime no país, substituindo a democracia por uma ditadura, pois esse regime usa da violência para permanecer no poder e não garante o fim da corrupção, mas poderá acaba com a liberdade de expressão.

 

A repressão é o instrumento violento que as ditaduras sempre usam contra aqueles que pensam diferentemente das suas ações, implantando o regime de exceção, onde não se aceita o contrário, e propaga prosperidades ilusórias, em troca de não se poder expressar, a “custas” da quebra de liberdade. 


A censura é uma prisão sem grade, pois ao tirar o poder do povo de se expressar, que é a pior das prisões, proibir e reprimir o povo no seu mais verdadeiro sentimento de manifestar a verdade, enfim, a repressão é o mesmo que privar-nos dos nossos movimentos, paralisa as ações livres do povo.

 

A liberdade de expressão é a forma que podemos usar para demonstrar nossas particularidades de satisfação e insatisfação, tendo a liberdade de expor as diferenças contra e a favor de um regime ditatorial, e nesse regime de exceção, se promove julgamentos e condenam arbitrariamente, sem o direito do contraditório, e em algum caso, além de tirar a voz, tira a vida. Nas ditaduras todos que são contra, são culpados, principalmente aqueles que têm a capacidade criadora na ciência, na literatura e nas artes, e que fazem parte da onda criativa, e são transformados em inimigos do poder, e são considerados pelos sensores como perigosos e culpados. 


Mas, culpados de que? No mundo invisível das ditaduras, todos aqueles que são criativos e comunicativos, e que não fazem parte dos chamados “normalóides” são perigosos e subversivos, e por isso devem ser reprimidos e presos, mas pelo contrário, se os “anormalóides” não se expressarem e extravasarem o seu poder criativo e talentoso, o mundo não evolui, pois nunca superará o convencional. 

WILSON CARLOS FUÁH é especialista em recursos humanos e relações sociais e políticas




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